Uma ação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) mobilizou equipes em Balneário Camboriú e Itapema na manhã desta quarta-feira (19). A operação resultou no cumprimento de um mandado de prisão e dois mandados de busca e apreensão.
A atuação do GAECO do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ocorreu em apoio a uma operação conduzida pelo GAECO/Núcleo Santos do Ministério Público de São Paulo (MPSP).
Segundo o MPSC, a ação é um desdobramento da Operação “Patrocínio Fiel”, deflagrada no dia 12 de agosto em Santa Catarina e São Paulo, também com participação do GAECO catarinense.
Investigação mira organização criminosa
Os mandados cumpridos nesta quarta-feira foram expedidos no âmbito da investigação conduzida pelo GAECO/Núcleo Santos. O trabalho apura a possível atuação de uma organização criminosa suspeita de envolvimento em diferentes crimes.
Entre as condutas investigadas estão organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de capitais, cárcere privado e tortura.
As diligências realizadas em Balneário Camboriú e Itapema fazem parte da estratégia de localização e prisão de alvos relacionados à investigação.
Projeto Kratos
A ação desta quarta-feira está relacionada ao Projeto Kratos, iniciativa que possui cinco eixos prioritários de atuação.
Entre eles estão a captura de alvos que não foram localizados em operações do GAECO, prisão de foragidos e de autores de crimes contra a vida, além do monitoramento e recaptura de lideranças de organizações criminosas que rompem tornozeleiras eletrônicas.
O projeto também prevê ações para localização e prisão de réus por crimes sexuais com mandados em aberto e iniciativas de prevenção a atentados em escolas, com apoio da inteligência cibernética.
Atuação integrada
O GAECO é uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público de Santa Catarina e formada por integrantes da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar e Receita Estadual.
A estrutura atua na identificação, prevenção e repressão de organizações criminosas, por meio da integração entre diferentes órgãos de segurança e fiscalização.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC










