A deputada federal Daniela Reinehr (PL) está em missão oficial na Ásia, onde participa da Missão Ásia 2025, com agenda na Coreia do Sul e na China (Hong Kong). O objetivo é conhecer experiências internacionais de governança e tecnologia portuária que possam subsidiar a modernização da legislação brasileira, em discussão na Comissão Especial do Projeto de Lei 733/25, da qual ela é vice-presidente.
A agenda técnica inclui visitas a portos, zonas industriais e polos tecnológicos, em uma imersão voltada à integração logística, automação e sustentabilidade. Segundo Daniela, o Brasil precisa buscar referências que já se mostraram eficientes em outros países.
“Conhecer de perto como essas nações operam é essencial para construirmos uma legislação realmente moderna, que reduza custos, atraia investimentos e fortaleça a competitividade do país”, destacou a parlamentar.
O primeiro compromisso da missão ocorreu na Coreia do Sul, com visita técnica ao Porto de Busan, um dos maiores e mais automatizados da Ásia. A comitiva também se reuniu com representantes do Ministério de Oceanos e Pesca e da Busan Port Authority.
Em Seul, os parlamentares terão reunião com a embaixadora do Brasil na Coreia do Sul, Márcia Donner Abreu, para discutir cooperação internacional, sustentabilidade e descarbonização.
Na sequência, a missão segue para Hong Kong, na China, onde estão previstos encontros com o cônsul-geral do Brasil, embaixador Wladimir Valler Filho, e com o diretor-geral do Grupo Hutchison Ports, Eeric Ip, além de visita ao Porto de Hong Kong, referência mundial em eficiência logística e governança portuária.
“Hong Kong é um exemplo mundial de automação e eficiência. Essa é uma oportunidade de conhecer na prática o que há de mais moderno no setor”, afirmou Daniela.
A deputada também ressaltou a importância do intercâmbio técnico para o desenvolvimento econômico e social do país:
“Queremos que o Brasil avance com uma política portuária moderna e sustentável. O setor é estratégico e precisa ser tratado com visão de futuro. Santa Catarina, por exemplo, é um dos estados mais portuários do país, e toda melhoria na regulação nacional tem reflexos diretos na economia catarinense.”

