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Alesc debate violência política de gênero em audiência pública proposta pela deputada Paulinha

Em sua fala, Paulinha emocionou o público ao relatar episódios de violência política que ela mesma sofreu.

by da Redação

Na tarde desta quarta-feira (20), o Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, foi palco de uma audiência pública histórica sobre o enfrentamento à violência política de gênero. A iniciativa partiu da Comissão de Direitos Humanos e Família e foi proposta pela deputada estadual Paulinha (Podemos), coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, e reuniu representantes do Judiciário, Ministério Público, OAB, Defensoria Pública, além de vereadoras, vice-prefeitas, prefeitas e lideranças de todas as regiões do Estado.

Mais do que avaliar a aplicação da Lei 14.192/2021, que trata da prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher, a audiência teve como propósito central mostrar que as mulheres não estão sozinhas e que a política catarinense precisa avançar para garantir respeito, segurança e igualdade.

Em sua fala, Paulinha emocionou o público ao relatar episódios de violência política que ela mesma sofreu. “Não podemos mais aceitar que as mulheres sejam silenciadas, humilhadas ou atacadas simplesmente por ocuparem espaços de poder. A lei existe, mas precisamos que ela seja cumprida e que as vítimas se sintam seguras para denunciar. Hoje estamos juntas para dizer: nenhuma mulher vai lutar sozinha” afirmou.

A mesa de debates contou com a presença das seguintes autoridades:

Paulinha (Podemos) – Deputada estadual, coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, membra da Comissão de Direitos Humanos e Família

Luciane Carminatti (PT) – Deputada estadual, coordenadora do Observatório e da Procuradoria da Mulher da Alesc

Ana Cristina Ferro Blasi – Desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4)

Chimelly Louise de Resenes Marcon – Promotora de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC)

Anne Teives Auras – Coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública de Santa Catarina

Tammy Fortunato – Presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência Doméstica da OAB

Rosane Antunes Pires Infeld – Prefeita de Zortéa

Marcelli Mates – Presidente da Câmara de Vereadores de Anitápolis

Ada de Luca – Ex-deputada estadual

Marlene Fengler – Ex-deputada estadual

Relatos emocionantes deram o tom da audiência. A vereadora Marcelli Mates e a ex-deputada Ada de Luca compartilharam experiências de ataques sofridos por exercerem suas funções políticas, escancarando a realidade dura e ainda persistente da violência política de gênero.

Autoridades presentes defenderam avanços concretos. A procuradora de Justiça Ana Blasi destacou a urgência em responsabilizar de forma mais rigorosa os agressores. Chimelly Marcon reforçou a necessidade de canais de denúncia acessíveis e eficazes. Já Tammy Fortunato e Anne Teives Auras ressaltaram a importância de políticas públicas de acolhimento e proteção.

Ao final, Paulinha reafirmou seu compromisso de transformar o debate em ação concreta e deixou sua mensagem de força e união para todas as mulheres:

“É todas por todas, quem chegou ao poder não pode abrir mão dessa discussão. Alesc debate violência política de gênero em audiência pública proposta pela deputada Paulinha

Na tarde desta quarta-feira (20), o Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, foi palco de uma audiência pública histórica sobre o enfrentamento à violência política de gênero. A iniciativa partiu da Comissão de Direitos Humanos e Família e foi proposta pela deputada Paulinha (Podemos), coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, e reuniu representantes do Judiciário, Ministério Público, OAB, Defensoria Pública, além de vereadoras, vice-prefeitas, prefeitas e lideranças de todas as regiões do Estado.

Mais do que avaliar a aplicação da Lei 14.192/2021, que trata da prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher, a audiência teve como propósito central mostrar que as mulheres não estão sozinhas e que a política catarinense precisa avançar para garantir respeito, segurança e igualdade.

Em sua fala, Paulinha emocionou o público ao relatar episódios de violência política que ela mesma sofreu. “Não podemos mais aceitar que as mulheres sejam silenciadas, humilhadas ou atacadas simplesmente por ocuparem espaços de poder. A lei existe, mas precisamos que ela seja cumprida e que as vítimas se sintam seguras para denunciar. Hoje estamos juntas para dizer: nenhuma mulher vai lutar sozinha. É todas por todas. Quem chegou ao poder não pode abrir mão dessa discussão, e aqui não podemos fazer dela uma discussão ideológica”, afirmou.

Composição da mesa

A mesa de debates contou com a presença das seguintes autoridades:

Paulinha (Podemos) – Deputada estadual, coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, membra da Comissão de Direitos Humanos e Família

Luciane Carminatti (PT) – Deputada estadual, coordenadora do Observatório e da Procuradoria da Mulher da Alesc

Ana Cristina Ferro Blasi – Desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4)

Chimelly Louise de Resenes Marcon – Promotora de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC)

Anne Teives Auras – Coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública de Santa Catarina

Tammy Fortunato – Presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência Doméstica da OAB

Rosane Antunes Pires Infeld – Prefeita de Zortéa

Marcelli Mates – Presidente da Câmara de Vereadores de Anitápolis

Ada de Luca – Ex-deputada estadual

Marlene Fengler – Ex-deputada estadual

Relatos emocionantes deram o tom da audiência. A vereadora Marcelli Mates e a ex-deputada Ada de Luca compartilharam experiências de ataques sofridos por exercerem suas funções políticas, escancarando a realidade dura e ainda persistente da violência política de gênero.

Autoridades presentes defenderam avanços concretos. A procuradora de Justiça Ana Blasi destacou a urgência em responsabilizar de forma mais rigorosa os agressores. Chimelly Marcon reforçou a necessidade de canais de denúncia acessíveis e eficazes. Já Tammy Fortunato e Anne Teives Auras ressaltaram a importância de políticas públicas de acolhimento e proteção.

Ao final, Paulinha reafirmou seu compromisso de transformar o debate em ação concreta e deixou sua mensagem de força e união para todas as mulheres:

“É todas por todas, quem chegou ao poder não pode abrir mão dessa discussãoAlesc debate violência política de gênero em audiência pública proposta pela deputada Paulinha

Na tarde desta quarta-feira (20), o Auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, foi palco de uma audiência pública histórica sobre o enfrentamento à violência política de gênero. A iniciativa partiu da Comissão de Direitos Humanos e Família e foi proposta pela deputada Paulinha (Podemos), coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, e reuniu representantes do Judiciário, Ministério Público, OAB, Defensoria Pública, além de vereadoras, vice-prefeitas, prefeitas e lideranças de todas as regiões do Estado.

Mais do que avaliar a aplicação da Lei 14.192/2021, que trata da prevenção, repressão e combate à violência política contra a mulher, a audiência teve como propósito central mostrar que as mulheres não estão sozinhas e que a política catarinense precisa avançar para garantir respeito, segurança e igualdade.

Em sua fala, Paulinha emocionou o público ao relatar episódios de violência política que ela mesma sofreu. “Não podemos mais aceitar que as mulheres sejam silenciadas, humilhadas ou atacadas simplesmente por ocuparem espaços de poder. A lei existe, mas precisamos que ela seja cumprida e que as vítimas se sintam seguras para denunciar”.

”Se ninguém for condenado, por que as mulheres vão denunciar? Para seguir sofrendo outras violências?”, questionou. “Temos que fazer algo. Nós, que temos poder, precisamos dar fim à violência que sofremos para que possamos ser mais fortes e ajudar outras mulheres.”

A mesa de debates contou com a presença das seguintes autoridades:

Paulinha (Podemos) – Deputada estadual, coordenadora da Bancada Feminina e da Secretaria da Mulher da Alesc, membra da Comissão de Direitos Humanos e Família

Luciane Carminatti (PT) – Deputada estadual, coordenadora do Observatório e da Procuradoria da Mulher da Alesc

Ana Cristina Ferro Blasi – Desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4)

Chimelly Louise de Resenes Marcon – Promotora de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC)

Anne Teives Auras – Coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública de Santa Catarina

Tammy Fortunato – Presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência Doméstica da OAB

Rosane Antunes Pires Infeld – Prefeita de Zortéa

Marcelli Mates – Presidente da Câmara de Vereadores de Anitápolis

Ada de Luca – Ex-deputada estadual

Marlene Fengler – Ex-deputada estadual

Relatos emocionantes deram o tom da audiência. A vereadora Marcelli Mates e a ex-deputada Ada de Luca compartilharam experiências de ataques sofridos por exercerem suas funções políticas, escancarando a realidade dura e ainda persistente da violência política de gênero.

Autoridades presentes defenderam avanços concretos. A procuradora de Justiça Ana Blasi destacou a urgência em responsabilizar de forma mais rigorosa os agressores. Chimelly Marcon reforçou a necessidade de canais de denúncia acessíveis e eficazes. Já Tammy Fortunato e Anne Teives Auras ressaltaram a importância de políticas públicas de acolhimento e proteção.

Ao final, Paulinha reafirmou seu compromisso de transformar o debate em ação concreta e deixou sua mensagem de força e união para todas as mulheres:

É todas por todas. Quem chegou ao poder não pode abrir mão dessa discussão, e aqui não podemos fazer dela uma discussão ideológica”, afirmou.

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