Representantes do poder público, técnicos, lideranças comunitárias e moradores participaram, na noite desta terça-feira (16), da Oficina de Diagnóstico do TERRAMAR 2050 – Plano de Desenvolvimento Integrado e Sustentável. O encontro foi realizado no Auditório da Secretaria Municipal de Educação, em Camboriú, e reuniu participantes de Camboriú e Balneário Camboriú para debater o futuro da região nas próximas décadas.
A iniciativa é promovida pela Associação dos Municípios da Região da Foz do Rio Itajaí (AMFRI) e integra a segunda etapa de elaboração do plano regional, que envolve os 11 municípios que compõem a entidade.
Diagnóstico vai orientar investimentos e políticas públicas
O principal objetivo da oficina foi coletar informações e percepções da população, gestores públicos e especialistas para a construção de um diagnóstico regional. O material servirá de base para definir estratégias, investimentos e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável da região até o ano de 2050.
Durante os debates, os participantes apresentaram demandas, apontaram desafios e destacaram oportunidades de crescimento em áreas como mobilidade urbana, meio ambiente, infraestrutura, saneamento, desenvolvimento econômico e qualidade de vida.
Prefeitura de Camboriú participou das discussões
A Prefeitura de Camboriú marcou presença no encontro por meio da secretária municipal de Planejamento Urbano, Marcela Vidal Eleuterio, e do secretário de Planejamento e Saneamento Básico, Alexandre Metsger. Técnicos e servidores municipais também contribuíram com sugestões e avaliações sobre as necessidades e prioridades do município.
As contribuições levantadas durante a oficina serão incorporadas ao diagnóstico regional, etapa considerada fundamental para orientar as próximas fases do TERRAMAR 2050.
Plano busca integração entre os municípios da região
O TERRAMAR 2050 tem como proposta fortalecer a cooperação entre os municípios da Região da Foz do Rio Itajaí, promovendo a integração de políticas públicas e o planejamento conjunto para enfrentar desafios comuns.
A iniciativa pretende alinhar o crescimento urbano e econômico às necessidades locais, considerando aspectos sociais, ambientais e de infraestrutura. A expectativa é criar diretrizes capazes de orientar o desenvolvimento regional pelos próximos 25 anos.
Participação da comunidade é considerada fundamental
Segundo os organizadores, a participação popular e o envolvimento dos gestores públicos são essenciais para garantir que o plano reflita a realidade dos municípios e atenda às demandas da população.
As informações coletadas ao longo das oficinas contribuirão para a construção de estratégias voltadas a um futuro mais sustentável, integrado e preparado para os desafios das próximas décadas.










