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Vereadores e Executivo discutem alternativas de subsídio para a AMA em Porto Belo

Entidade atende 38 pessoas com autismo e busca garantir recursos para manter equipe e estrutura

by da Redação

Vereadores de Porto Belo se reuniram com o prefeito Joel Lucinda (MDB) e representantes do Executivo na tarde de quarta-feira (13) para discutir soluções de financiamento para a Associação dos Pais e Amigos dos Autistas (AMA). A reunião contou ainda com a presença da presidente da entidade, Adriane Loeblein, além da secretária de Educação, Adriana Schimiguel, e da procuradora do município, Gilmar Baltazar.

Participaram pelo Legislativo o presidente da Câmara, Willian Ismael dos Santos (Progressistas), e os vereadores Rodrigo Carlos (União), Jonatha Cabral, Nado (MDB) e Altino Júnior (PL).

Criada há três anos, a AMA conquistou sede própria há 12 meses e hoje atende 38 pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), contando com uma equipe de nove profissionais — entre eles quatro terapeutas. O custo mensal da operação é estimado em R$ 80 mil, atualmente cobertos por emendas parlamentares municipais. Porém, os recursos não têm sido suficientes para manter a estrutura e a equipe multidisciplinar.

Na semana anterior, os vereadores Rodrigo Carlos e Professor Juliano (Progressistas) visitaram a AMA de Camboriú para conhecer o modelo de financiamento adotado na cidade, que funciona por meio de termo de fomento firmado com a Prefeitura. A proposta foi levada ao Executivo de Porto Belo, que apontou entraves orçamentários e legais, mas manteve o diálogo em aberto.

“Vamos continuar dialogando para tentar chegar a bom termo”, afirmou o vereador Rodrigo Carlos, defendendo que alternativas sejam construídas para garantir o funcionamento da associação.

Enquanto o modelo definitivo não é definido, ficou estabelecido que emendas parlamentares ainda não executadas poderão ser redirecionadas emergencialmente para a AMA.

A presidente da entidade, Adriane Loeblein, reforçou a preocupação com o futuro:

“A gente ainda não obteve resposta. Estamos apreensivos, porque precisamos fechar as contas até o fim do ano. Nossa expectativa é conseguir formalizar um convênio com a Prefeitura para dar continuidade aos atendimentos.”

Na ocasião, Adriane apresentou um cheque de R$ 1.140, doado por uma empresa local, como exemplo de contribuições que ajudam, mas não suprem a necessidade mensal da associação.

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