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Itapema inicia levantamento para identificar índice de infestação do Aedes aegypti em todos os bairros

Ação segue até 7 de fevereiro e vai orientar estratégias de prevenção e combate à dengue, zika e chikungunya no município

by da Redação

Os Agentes de Combate às Endemias de Itapema iniciaram, na manhã desta segunda-feira (26), o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa). A ação ocorre em todos os bairros do município e segue até o dia 7 de fevereiro, com o objetivo de identificar o nível de infestação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya e direcionar as medidas de prevenção.

O trabalho de campo contempla residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos, selecionados por amostragem. As localidades foram previamente definidas e divididas em áreas e quadras, garantindo cobertura representativa de todo o território urbano.

Durante as visitas, os agentes realizam a inspeção de recipientes que possam acumular água, como caixas d’água, pratos de plantas, pneus, ralos, calhas e materiais descartáveis. Quando são identificados focos do mosquito, ocorre a coleta de larvas ou pupas, a eliminação dos criadouros sempre que possível e a orientação direta aos moradores sobre práticas preventivas.

As informações coletadas são registradas de forma padronizada e utilizadas para o cálculo do Índice de Infestação Predial (IIP), que classifica as áreas do município em situação satisfatória, de alerta ou de risco. Os resultados servirão de base para o planejamento das próximas ações de controle do mosquito e para as atividades de educação em saúde.

A iniciativa integra o trabalho contínuo da Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica, voltado à redução dos riscos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

“O LIRAa é uma ferramenta essencial para conhecermos a situação real da infestação do mosquito no município. A partir dessa amostragem, poderemos identificar áreas com maior risco e planejar com mais precisão as ações de prevenção e combate à dengue, zika e chikungunya, garantindo mais saúde e segurança para toda a comunidade”, destacou a diretora de Vigilância Epidemiológica, Bruna Bressanini.

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