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Guarda municipal de Itajaí realiza capacitação em atendimento pré-hospitalar em combate

Treinamento prepara agentes para agir com segurança em casos de ferimentos por arma de fogo e arma branca

by da Redação

A Guarda Municipal de Itajaí (GMI) participou, nos dias 7 e 8 de abril, do treinamento MARC1, promovido pelo Comitê Brasileiro de Atendimento Pré-Hospitalar em Combate. A capacitação tem como objetivo qualificar os agentes para atuação em primeiros socorros em ocorrências de maior complexidade, especialmente em situações de confronto e risco iminente.

Durante o curso, os participantes receberam instruções teóricas e práticas sobre técnicas de atendimento pré-hospitalar voltadas para ferimentos causados por arma de fogo, arma branca e outras situações que podem ser enfrentadas no cotidiano operacional das forças de segurança.

Segundo o instrutor, policial civil Charles Melo Filho, a proposta é preparar os agentes para agir de forma rápida e segura até a chegada das equipes especializadas.

“A falta de capacitação em atendimento de combate é um fator determinante na letalidade de agentes atingidos em áreas não vitais. Protocolos como o MARC1 demonstra que o controle imediato de hemorragias externas (a maior causa de mortes passíveis de prevenção no cenário tático) é a ferramenta mais eficaz para preservar a vida de quem atua na ponta.”, destaca.

A participação da GMI no treinamento reforça o compromisso da corporação com a preservação da vida, tanto das vítimas quanto da própria guarnição, garantindo uma atuação mais preparada diante de situações de emergência.

Além da qualificação individual, a expectativa é que os guardas que participam do curso compartilhem os conhecimentos adquiridos com os demais integrantes da corporação, ampliando a capacidade de resposta de toda a equipe em atendimentos de primeiros socorros.
 

Sobre o Comitê 

O Comitê Brasileiro de Atendimento Pré-Hospitalar em Combate (CBAPH) é uma entidade não governamental dedicada à capacitação em APH Tático, focada no controle de hemorragias, estabilização de feridos em ambientes hostis e aplicação de protocolos como o MARC1. Ele treina profissionais de segurança pública e civis, reduzindo mortes evitáveis.

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