Balneário Piçarras está instalando seis novos semáforos para melhorar a organização do trânsito e facilitar o deslocamento de veículos de emergência, especialmente das equipes do Corpo de Bombeiros. O sistema está sendo implantado na região central, próximo à Ponte do Rio Furado, como parte das medidas para reduzir os impactos viários previstos com a instalação de um novo mercado.
O planejamento prevê o acionamento dos semáforos em situações de emergência, permitindo interromper temporariamente o fluxo de veículos na Avenida Alexandre Guilherme Figueiredo, nos dois sentidos, para facilitar a passagem das viaturas pela Rua dos Bombeiros.
Nos deslocamentos em direção aos bairros, outros pontos semafóricos também poderão ser acionados para organizar a circulação e formar um corredor livre para os veículos de emergência.
Sistema busca reduzir o tempo de deslocamento
Segundo o secretário de Segurança Pública e Trânsito, Jorge Volante, os equipamentos foram planejados para melhorar a circulação na região e dar mais agilidade ao atendimento de ocorrências.
“Além de organizar o trânsito, esses semáforos foram pensados para dar mais agilidade ao atendimento das ocorrências. Em uma situação de emergência, cada segundo é importante, e o sistema permitirá que os veículos dos Bombeiros tenham um caminho mais rápido e seguro”, afirmou.
Prefeitura estuda novas medidas para a mobilidade
A Secretaria de Segurança Pública e Trânsito também avalia outras alternativas para melhorar a mobilidade na região, considerando o crescimento do fluxo de veículos e os impactos provocados pela implantação de novos empreendimentos.
De acordo com Volante, o acompanhamento do trânsito deve ajudar a identificar pontos que precisam de ajustes e orientar novas ações para ampliar a segurança viária e melhorar a circulação.
Instalação será custeada pelo empreendimento
Os seis semáforos integram as medidas mitigadoras definidas para a implantação do novo mercado, considerando o aumento previsto no fluxo de veículos na região.
A instalação é custeada pelo próprio empreendimento, como contrapartida necessária para a liberação da construção, sem utilização de recursos públicos, conforme as informações divulgadas pela prefeitura.









