O bairro Itaipava, em Itajaí, foi palco de uma celebração à diversidade cultural neste sábado (22), Dia do Folclore. A segunda edição do Festival de Manifestações Folclóricas de Itajaí reuniu nove apresentações no Museu Etno-Arqueológico, com expressões culturais de diferentes origens e tradições.
Promovido pela Fundação Genésio Miranda Lins (FGML), o festival teve como proposta aproximar a comunidade das manifestações populares que fazem parte da história e da identidade cultural de Itajaí.
Entre as atrações estiveram apresentações de capoeira, boi de mamão, terno de reis, danças gaúchas, dança belga, dança colombiana e tambores japoneses, mostrando a variedade de tradições presentes na formação cultural do município.
Nove grupos e artistas participaram da programação
A programação começou com a apresentação da Capoeira Resistência do Vale, liderada pelo Mestre Careca. Na sequência, o público acompanhou o Grupo Artístico de Dança Belga da Escola Municipal Alberto Schmitt, o Grupo de Terno de Reis – A Caminho de Belém, o Grupo Fios de Prata, de dança colombiana, e o Grupo Hibikidaiko, que trabalha com a cultura dos tambores japoneses em Itajaí e região.
Também fizeram parte do festival o Grupo de Boi de Mamão Moquiridu, a artista Natália Pereira e banda, o Grupo Ubuntu e o Grupo Gaúchos do Litoral, responsável pelo encerramento das apresentações.
Além da programação artística, os visitantes puderam conhecer os espaços do Museu Etno-Arqueológico e aproveitar a estrutura preparada para o evento, com participação de feirantes e food trucks.
Museu Etno-Arqueológico reforça importância histórica
A escolha do Museu Etno-Arqueológico da Itaipava para sediar o festival também está relacionada à importância histórica e arqueológica da região.
O local abriga uma área onde foram identificados importantes sítios arqueológicos de Itajaí, relacionados aos povos originários que habitaram o território.
Os sítios arqueológicos preservam vestígios de atividades humanas do passado e são fundamentais para pesquisas sobre os modos de vida, alimentação, moradia, trabalho e organização das populações que viveram na região.
Ao reunir diferentes manifestações culturais em um espaço de importância histórica, o festival reforçou a proposta de valorizar a memória, a diversidade e o patrimônio cultural de Itajaí.
A iniciativa foi realizada pelo Município de Itajaí, por meio da Fundação Genésio Miranda Lins e do Museu Etno-Arqueológico do bairro Itaipava.










