A Prefeitura de Porto Belo divulgou, na tarde desta terça-feira (7), uma nota oficial sobre a Operação Pão e Circo, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), em conjunto com a Polícia Federal.
Segundo a administração municipal, a investigação teria origem em fatos apurados desde 2019 e busca esclarecer possíveis esquemas de corrupção e fraudes em licitações relacionadas ao setor de eventos e à contratação de artistas nacionais por prefeituras catarinenses.
Conforme a nota, a operação cumpre 50 mandados de busca e apreensão em 19 municípios de Santa Catarina, incluindo cidades da região.
A Prefeitura informou que equipes do GAECO estiveram no setor de licitações do Centro Administrativo Municipal para a coleta e averiguação de documentos, sendo acompanhadas por servidores municipais durante os procedimentos.
Ainda de acordo com o comunicado, agentes também cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do prefeito Joel Lucinda. No local, foram recolhidos um telefone celular e R$ 58 mil em espécie. A administração afirma que o valor está devidamente declarado no Imposto de Renda deste ano.
A nota destaca ainda que o prefeito colaborou com a operação, não foi impedido de exercer suas funções administrativas e prestou apoio às equipes responsáveis pela investigação.
A Prefeitura de Porto Belo reforçou que permanece à disposição das autoridades e reiterou o compromisso com a transparência, a legalidade e a colaboração com os órgãos de investigação.
Por fim, o Executivo Municipal informou que a equipe jurídica e a gestão estão analisando os detalhes do caso e que novas informações serão divulgadas à imprensa e à população assim que houver atualização.








