A Prefeitura de Camboriú realizará, em novembro, quatro oficinas participativas para discutir o Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS). Os encontros serão abertos à comunidade e ocorrerão sempre às 19h, em diferentes regiões da cidade, com o objetivo de reunir sugestões para o planejamento habitacional e o desenvolvimento urbano do município.
A iniciativa dá continuidade à revisão do planejamento municipal. Entre setembro e outubro de 2026, a Prefeitura promoveu quatro Oficinas de Participação Comunitária para discutir a revisão do Plano Diretor, reunindo moradores, vereadores, conselheiros do ConCidade e representantes de entidades.
Durante os encontros, foram apresentadas sugestões sobre mobilidade, infraestrutura, meio ambiente, uso e ocupação do solo, turismo e desenvolvimento socioeconômico. As contribuições serão utilizadas pela equipe técnica da Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (FEPESE) na elaboração do diagnóstico comunitário e técnico de Camboriú.
Confira o calendário das oficinas
4 de novembro — Jardim Europa
A primeira oficina será realizada na EBM Eliete Pereira Melo, na Rua Dinamarca, nº 100, no loteamento Jardim Europa. O encontro contemplará moradores de Santa Regina, Areias, Braço e Macacos.
5 de novembro — Monte Alegre
A segunda reunião ocorrerá na EBM Anita Bernardes Ganancini, na Rua Monte Castelito, nº 39, no bairro Monte Alegre. Também serão contemplados moradores do Tabuleiro, Conde Vila Verde e Várzea do Ranchinho.
11 de novembro — Centro
A oficina será realizada na sede da OAB Camboriú, na Rua Dr. Acácio Bernardes, nº 7, com participação dos moradores de São Francisco de Assis, Centro e Rio do Meio.
12 de novembro — Cedros
O último encontro ocorrerá na EBM João Vergílio Pereira, na Rua Daniel Silvério, nº 850, no bairro Cedros. A reunião será voltada aos moradores de Cedro, Rio Pequeno e Lídia Duarte.
Todos os encontros estão previstos para começar às 19h.
Participação popular no planejamento urbano
A secretária de Planejamento Urbano, Marcela Vidal Eleutério, destaca que a participação dos moradores permite identificar as demandas específicas de cada região e contribui para decisões mais alinhadas à realidade da população.
O processo segue as diretrizes do Estatuto da Cidade, instituído pela Lei Federal nº 10.257/2001, que prevê a participação popular na formulação e no acompanhamento das políticas de desenvolvimento urbano.








