Itapema viveu, nesta sexta-feira (21), um momento de mobilização pela inclusão e valorização das pessoas com deficiência. A Caminhada Laranja reuniu alunos, familiares, profissionais, representantes de instituições e apoiadores da causa em uma ação que levou às ruas mensagens de respeito, acessibilidade, empatia e conscientização.
A mobilização ocorreu em dois momentos. Pela manhã, os participantes se concentraram na Avenida Nereu Ramos, em frente à Milium. À tarde, a caminhada teve início na Praça da Paz, no Centro de Itapema.
Participaram da atividade representantes da APAE de Itapema, da Casa Madre Teresa de Calcutá, além de familiares, profissionais e integrantes da comunidade. O vice-prefeito Osmari e a secretária de Assistência Social, Íris Bispo, também acompanharam a mobilização.
Inclusão começa pelo respeito
Durante a ação, a secretária de Assistência Social destacou que a inclusão depende do reconhecimento das diferenças e da garantia de direitos e oportunidades para todos.
“Respeitar as diferenças é entender que cada pessoa tem seu jeito, seu tempo e suas potencialidades. Inclusão começa quando a gente olha para o outro com respeito, garante direitos e cria oportunidades para que todos possam participar da sociedade com dignidade e autonomia”, afirmou Íris.
A Caminhada Laranja integra a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, período dedicado à conscientização da sociedade sobre os direitos, a inclusão e a participação das pessoas com deficiência.






Programação reúne instituições do Litoral Norte
Além da caminhada, Itapema também recebeu nesta semana a 24ª edição do Garoto e Garota Especial – Integração das APAEs do Litoral Norte. O evento foi promovido pela APAE de Itapema, na SERMEP, e reuniu representantes de 11 instituições da região.
A programação de conscientização segue durante o mês de agosto, com atividades voltadas à valorização das pessoas com deficiência e ao fortalecimento da participação das famílias, instituições e da comunidade nas ações de inclusão.
Mais do que uma caminhada, a mobilização busca reforçar uma mensagem que precisa estar presente todos os dias: uma cidade verdadeiramente inclusiva é aquela que garante espaço, respeito, acessibilidade, autonomia e oportunidades para todos.










