O Instituto Itajaí Sustentável (INIS), por meio da Coordenadoria de Proteção Animal e Gestão Ambiental, realizará na próxima quinta-feira (27) a primeira oficina participativa para a elaboração dos Planos de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) da Orla de Itajaí e do Parque Natural Municipal Canto do Morcego.
O encontro será aberto à população e terá como objetivo discutir oportunidades de uso público e sustentável das áreas de conservação, além de reunir informações e expectativas da comunidade para contribuir com a construção dos planos.
A oficina será realizada no Hotel Sandri, na Sala Bico de Papagaio, das 16h às 20h. Além dos integrantes do Conselho Gestor das Unidades de Conservação, moradores e demais interessados também poderão participar.
O que será discutido
Durante a oficina, estão previstos debates sobre a aprovação do Regimento Interno do Conselho das Unidades de Conservação, a apresentação do diagnóstico ambiental das áreas envolvidas e o levantamento das expectativas da população.
Também serão discutidas formas de participação da comunidade no processo de elaboração dos Planos de Manejo.
A proposta é construir os documentos de maneira participativa e transparente, considerando as características ambientais das unidades de conservação e as possibilidades de uso sustentável do território.
Formulário está disponível
Como parte da etapa inicial de participação social, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) disponibilizou um formulário on-line para coleta de contribuições.
O formulário não exige a identificação do participante, permitindo que moradores e demais interessados apresentem suas percepções sobre as áreas.
As informações reunidas serão apresentadas durante as oficinas e utilizadas como subsídio para identificar potencialidades, problemas prioritários e propostas de zoneamento tanto para a APA da Orla de Itajaí quanto para o Parque Natural Municipal Canto do Morcego.
A participação da sociedade busca ampliar o debate sobre a conservação ambiental e contribuir para que os futuros Planos de Manejo reflitam as características e necessidades das unidades de conservação.










