Autor: da Redação

  • Governador regulamenta novas medidas e amplia acesso ao Programa Estrada Boa Rural

    Governador regulamenta novas medidas e amplia acesso ao Programa Estrada Boa Rural

    Foto: Jonatã Rocha / SECOM

    O governador Jorginho Mello assinou, nesta terça-feira, 2, durante o Congresso de Municípios, Associações e Consórcios de Santa Catarina (Comac), em Balneário Camboriú, o decreto que atualiza e amplia as regras do Programa Estrada Boa Rural. A iniciativa prevê a pavimentação de estradas rurais em todo o estado, garantindo mais segurança, integração regional e melhores condições para o escoamento da produção agrícola.

    “Essa atualização ocorreu após mais de 120 reuniões com os próprios municípios, por isso mesmo depois de lançar o Programa a gente editou um novo decreto, ampliando as possibilidades. Somos um governo municipalista e estamos sempre em diálogo com os municípios”, afirmou o governador Jorginho Mello.

    Entre as principais mudanças está a possibilidade de os municípios apresentarem até quatro trechos de pavimentação, o primeiro em 2025 e o segundo em 2026. E, com eventual saldo remanescente dos valores do primeiro e segundo trechos, poderão ser executados o terceiro e o quarto em 2027.

    Outra importante medida é a redução de 20% na exigência da quilometragem mínima de cada trecho por valor investido. Agora, para cada R$ 1 milhão do repasse do Estado aos municípios e da contrapartida obrigatória, a exigência mínima será de 800 metros de pavimentação. Além disso, o decreto fixa a extensão mínima obrigatória de 1,4 km por trecho e permite a inclusão de um trecho secundário vinculado ao principal, limitado em até 30% da extensão. Além disso, o município deve comprovar, por autodeclaração, que possui capacidade técnica e financeira para garantir a manutenção da estrada após a obra.

    Foto: Jonatã Rocha / SECOM

    “Nós tivemos, por unanimidade, a aprovação do programa Estrada Boa Rural na Assembleia Legislativa e abrimos um período para que os prefeitos pudessem vir à nossa busca, para que a gente conversasse a respeito do programa. Durante 40 dias assim fizemos com a determinação do governador Jorginho Mello, que sempre busca essa aproximação. E no dia de hoje foi assinado o decreto que disciplina o programa. Então nós temos a convicção que praticamente a totalidade dos municípios vão poder ser contemplados, esse que é um programa que vai investir R$2,5 bilhões na primeira etapa e com certeza vai mudar a condição do agronegócio do interior de Santa Catarina”, disse o secretário adjunto de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando

    O limite total de investimentos por município é de até R$ 20 milhões, de acordo com a área territorial, contemplando repasse direto do Estado e contrapartida por meio de financiamento, junto ao BRDE e ao Badesc, com juros zero aos municípios, ou seja, custeados pelo Estado. A contrapartida também poderá ser feita com recursos próprios do município ou bens e serviços mensuráveis, ou a composição dessas formas de contrapartida.

    Sobre Estrada Boa Rural

    O Programa Estrada Boa Rural, lançado em julho deste ano, prevê R$ 2,5 bilhões em investimentos até 2027, com a meta de pavimentar 2.500 km de estradas rurais em todos os 295 municípios catarinenses. Desse montante, R$ 1,25 bilhão será repassado diretamente aos municípios e outros R$ 1,25 bilhão será destinado a financiamentos por meio dos bancos parceiros, com juros e correção bancados pelo Estado.

    Há critérios para adesão ao programa e limites de investimento por município, que variam conforme a área territorial, cidades até 300 km² o valor pode chegar até R$ 12 milhões; de 300,1 km² e 800 km² até R$ 16 milhões; e acima de 800 km² até R$ 20 milhões.

    Além dos critérios técnicos obrigatórios, é necessário atender pelo menos um critério econômico-social. Entre eles estão a conexão do trecho com comunidades rurais ou o acesso a unidades de saúde, escolas e outros equipamentos públicos. Também são válidas propostas que façam ligação com empresas ou cooperativas rurais em funcionamento. Outra possibilidade é a comprovação de que existam, no mínimo, duas propriedades rurais por quilômetro do trecho, neste caso, o critério deve ser combinado a outro econômico-social. Ainda se enquadram como critérios a ligação com rodovias municipais, estaduais ou federais pavimentadas e a conexão com trecho em processo de pavimentação em município vizinho, desde que exista justificativa técnica e acordo entre os gestores envolvidos.

  • Governador anuncia ampliação de acesso a programas e novo aplicativo na abertura do Comac-SC

    Governador anuncia ampliação de acesso a programas e novo aplicativo na abertura do Comac-SC

    O governador Jorginho Mello participou nesta terça-feira, 2, da abertura do Congresso de Municípios, Associações e Consórcios de Santa Catarina (Comac-SC), em Balneário Camboriú. Durante o evento, o chefe do Executivo estadual anunciou um conjunto de medidas voltadas ao fortalecimento das cidades catarinenses. Também estavam presentes na cerimônia a vice-governadora Marilisa Boehm, e secretários de Estado.

    “É um evento que traz aqui os prefeitos, lideranças, palestrantes com alta capacidade de fazer com que cada vez mais o setor público, capitaneado pela Fecam (Federação Catarinense de Municípios), possa melhorar o desempenho dos consórcios, que têm sido muito importantes para a administração de todos os municípios, principalmente com o consórcio de saúde e a tecnologia e a inovação. Quem está na vida pública tem que estar cada vez mais preparado para enfrentar o desafio da modernidade, da tecnologia, melhorar o processo de gestão. O catarinense quer resultado rápido, então nós precisamos estar preparados e isso a Fecam faz junto com os prefeitos”, disse o governador Jorginho Mello.

    Estrada Boa Rural

    Foto: Jonatã Rocha/SECOM

    O governador assinou o decreto que atualiza e amplia as regras do Programa Estrada Boa Rural, iniciativa que prevê a pavimentação de estradas rurais em todo o estado. O programa vai garantir mais segurança no tráfego, integração regional e melhores condições para o escoamento da produção agrícola. Entre as principais mudanças, destacam-se a possibilidade de os municípios apresentarem até quatro trechos de pavimentação e a redução da quilometragem mínima exigida por valor investido, tornando o acesso às obras mais flexível e adequado às realidades locais.

    “Nós tivemos, por unanimidade, a aprovação do programa Estrada Boa Rural na Assembléia Legislativa e abrimos um período para que os prefeitos pudessem vir à nossa busca, para que a gente conversasse a respeito do programa. Durante 40 dias assim fizemos com a determinação do governador Jorginho Mello, que sempre busca essa aproximação. E no dia de hoje foi assinado o decreto que disciplina o programa. Então nós temos a convicção que praticamente a totalidade dos municípios vão poder ser contemplados, esse que é um programa que vai investir R$2,5 bilhões na primeira etapa e com certeza vai mudar a condição do agronegócio do interior de Santa Catarina”, disse o secretário adjunto de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Ricardo Grando.

    Novas adesões ao Casa Catarina

    Foto: Jonatã Rocha/SECOM

    Outro ato simbólico marcou a adesão de mais 116 municípios ao programa Casa Catarina, a maior iniciativa de habitação popular da história do Estado, que busca reduzir o déficit habitacional e ampliar o acesso à casa própria para famílias em situação de vulnerabilidade social.

    “Nós chegamos a 220 municípios, então nós já estamos atendendo 75% dos municípios catarinenses. Isso é uma honra, é um programa do Governo do Estado para atender todos os municípios catarinenses, então com o apoio das prefeituras nós pretendemos chegar a 100% até o final do ano”, afirmou a secretária de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, Adelina Dal Pont.

    SC Fácil

    Foto: Jonatã Rocha / SECOM

    Ainda no Comac, também foi lançado oficialmente o aplicativo SC Fácil, que reúne mais de 500 serviços públicos digitais em um único ambiente. A ferramenta tem como foco a praticidade, a acessibilidade e a eficiência no atendimento ao cidadão, dentro da estratégia de Governo Digital de Santa Catarina. O projeto foi desenvolvido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), em parceria com o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc), a Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan) e a Secretaria da Fazenda (SEF).

    “O objetivo é dar celeridade e facilidade para que o cidadão catarinense alcance esse serviço. Casan, Celesc, Detran, uma série de outros que estão ali, incluídos, que era um projeto que estava no plano do governo do governador Jorginho Mello. Então é uma entrega que alcança a expectativa, é uma entrega que busca o eleitor que lá atrás validou essa ideia e hoje com um pouco mais de maturidade, um pouco mais desenvolvido, a gente entrega com o objetivo de desburocratizar, de melhorar a vida das pessoas”, explicou o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Edgard Usuy

  • Bailarinas do Projeto Arteiro de Porto Belo recebem destaque em festival de dança em Itajaí

    Bailarinas do Projeto Arteiro de Porto Belo recebem destaque em festival de dança em Itajaí

    O último final de semana foi marcado por uma conquista especial para as bailarinas do Projeto Arteiro, da Fundação Municipal de Cultura de Porto Belo. As alunas participaram do Festival Costa Esmeralda Dança, realizado no dia 31 de agosto, no Centro de Eventos de Itajaí, e receberam o Troféu Estrela, concedido como destaque do evento.

    Sob a orientação da professora Ketlyn Gabrielle, a turma demonstrou talento, dedicação e emoção no palco, representando com orgulho o município de Porto Belo.

    O Projeto Arteiro oferece atualmente 14 oficinas culturais gratuitas, incluindo modalidades como Artesanato, Artes Plásticas, Canto Coral, Costura Criativa, Dança, Dança Açoriana, Fanfarra, Balé, Ginástica Rítmica, Pilates, Violino, Violão, Teclado e Cultura Popular, promovendo acesso à arte e à cultura para todas as idades.

    O Festival Costa Esmeralda Dança é um importante evento cultural que celebra a arte da dança em suas diferentes expressões, reunindo bailarinos de diversas regiões e valorizando a potência transformadora da arte.

  • GAECO e a PMSC deflagram operação conjunta em investigação contra grupo responsável pela prática da exploração de jogos de azar

    GAECO e a PMSC deflagram operação conjunta em investigação contra grupo responsável pela prática da exploração de jogos de azar

    Na manhã desta quinta-feira (04/09), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) e a Polícia Militar de Santa Catarina, deflagraram a Operação “Shutdown”. O Procedimento Investigatório Criminal é conduzido pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Rio do Sul e, de acordo com a investigação, foi identificado um grupo criminoso que seria responsável por explorar de jogos de azar, praticar crimes de associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro na cidade de Rio do Sul e região. 

    As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Regional de Garantias da Comarca de Rio do Sul. Estão sendo cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 34 mandados de busca e apreensão, além do confisco alargado, sequestro de bens móveis e imóveis e bloqueio de contas em instituições financeiras em desfavor dos investigados pela prática da exploração de jogos de azar em municípios de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Já foram apreendidos, no início desta manhã, mais de US$400 mil, cheques e outros objeto, além de três carros importados de luxo.  

    A investigação revelou a existência de um grupo criminoso altamente estruturado, voltado à prática de crimes financeiros sofisticados e de longa duração. O grupo criminoso, conforme as apurações, atuava de forma reiterada e extremamente articulada, utilizando mecanismos complexos para ocultar a origem ilícita de recursos provenientes da exploração de jogos de azar, especialmente o “jogo do bicho”. 

    De acordo com as apurações, os investigados faziam uso de “laranjas”, empresas de fachada e movimentações bancárias incompatíveis com a renda declarada, tudo com o claro objetivo de dissimular a origem dos valores obtidos ilegalmente e inseri-los no sistema financeiro formal –  prática conhecida como lavagem de dinheiro. 

    Segundo apurado, o grupo criou várias empresas que atuavam em diferentes ramos, sem atividade comercial real, porém apresentando intensa movimentação financeira, operando frequentemente com pagamentos em espécie. Esses elementos apontam para a chamada terceira fase da lavagem de capitais, conhecida como integração, quando o dinheiro de origem ilícita acaba sendo incorporado à economia legal. 

    Embora a exploração de jogos de azar seja considerada uma contravenção penal, ela tem servido como o ponto de partida para um esquema criminoso mais amplo e danoso, segundo revelam as investigações. A conexão entre os delitos revela um ciclo sofisticado e persistente, com alto potencial lesivo à ordem pública, à livre concorrência e à confiança nas instituições. 

    Operação Shutdown  

    O termo, “Shutdown” é amplamente utilizado na área de tecnologia e segurança da informação, significa encerramento total de sistemas ou operações. O nome foi escolhido pois representa o objetivo central da toda a investigação que foi o de interromper completamente as atividades ilícitas do grupo investigado que operava de forma estruturada e contínua ilícitos relacionados a prática da exploração de jogos de azar.   

    A deflagração da Operação Shutdown conta efetivo do GAECO, do BOPE e do BPCHOQUE, além dos 13º, 21º e 24º Batalhões da Polícia Militar e da Agência Central de Inteligência da PMSC, e no estado do Rio Grande do Sul com o apoio do GAECO do MPRS e da Brigada Militar no cumprimento das decisões judiciais. 

    A Polícia Científica de Santa Catarina, presta apoio técnico na operação, com vistas a preservação da cadeia de custódia no tocante as evidências arrecadadas de interesse investigativo. 

    As investigações tramitam sob sigilo e, assim que houver a publicidade dos autos, novas informações poderão ser divulgadas. 

    O GAECO 

    O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) é uma força-tarefa conduzida pelo Ministério Público de Santa Catarina e composta pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como finalidade a identificação, prevenção e repressão às organizações criminosas. 

  • Tratamento por equoterapia atende crianças com deficiência em Itajaí

    Tratamento por equoterapia atende crianças com deficiência em Itajaí

    O contato com os cavalos tem transformado vidas em Itajaí. Atualmente, 80 crianças e adolescentes com idades entre 6 e 17 anos participam do tratamento por meio da equoterapia, um método terapêutico que alia saúde, inclusão e bem-estar. As atividades são gratuitas e acontecem de terça a sexta-feira, nos períodos da manhã e da tarde, na Associação Amigos da Equoterapia Biguaçu, no bairro Brilhante I. A iniciativa é uma parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania.
     
    A maior parte dos atendimentos é destinada a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), como o Gabriel Roberto Miranda da Cruz. Segundo a mãe, Patrícia Miranda Cardoso da Cruz, o primeiro dia do menino na equoterapia foi bastante desafiador. Hoje, já na terceira sessão, o progresso é visível. “As duas últimas aulas foram bem mais tranquilas. A equoterapia é qualidade para nossas crianças e o avanço é surreal. O Gabriel ama cavalos”, relata.
     
    Gabriel tem 11 anos, é autista nível 3 de suporte, não verbal, com TDAH, hipotonia muscular e Elopement. Mesmo diante dessas condições, a equoterapia tem possibilitado melhorias no seu desenvolvimento, oferecendo bem-estar e novas formas de interação. A equoterapia utiliza os movimentos rítmicos e repetitivos do cavalo para estimular corpo e mente, o que favorece as funções neurológicas e motoras dos pacientes. Entre os benefícios estão a melhora da postura, do equilíbrio, dos tônus muscular e da coordenação motora, além do aumento da autoestima, da confiança e da sociabilidade. Mais do que uma terapia, a equoterapia representa uma oportunidade de evolução e integração, e reflete diretamente na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.
     
    Segundo o Secretário de Assistência Social e Cidadania, André Leonardo Severino, o município adquiriu 80 vagas por meio de chamamento público. “Apenas uma instituição se credenciou, sendo responsável pela execução do serviço. Além das vagas contratadas, a própria instituição ofertou mais 30 vagas como contrapartida, sem custo adicional. Com isso, atualmente 110 crianças e adolescentes estão sendo atendidos pela equoterapia em Itajaí, sendo 80 vagas financiadas pelo município e 30 ofertadas pela instituição”, destaca.

  • Polícia Federal e Polícia da Irlanda combatem tráfico internacional de pessoas e lavagem de dinheiro

    Polícia Federal e Polícia da Irlanda combatem tráfico internacional de pessoas e lavagem de dinheiro

    A Polícia Federal, com o apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quarta-feira (3/9) a Operação Cassandra, para desarticular uma organização criminosa transnacional envolvida em crimes de tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, rufianismo, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional e crimes tributários. A ação é realizada em cooperação internacional com a EUROPOL e a Garda National Protective Services Bureau, da Irlanda, que simultaneamente deflagrou a Operation Rhyolite, voltada a apurar crimes praticados pelo mesmo grupo criminoso naquele país.

    No Brasil, foram mobilizados 120 policiais federais e sete servidores da Receita Federal, para dar cumprimento a cinco mandados de prisão preventiva e 30 mandados de busca e apreensão nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e Mato Grosso. Além dos mandados, a Justiça Federal também decretou 13 medidas restritivas de direitos

    Na Irlanda, estão sendo cumpridas três prisões e diversos mandados de busca e apreensão em residências de investigados e estabelecimentos ligados à organização criminosa.

    As investigações apontam que o grupo criminoso atua desde 2017, sendo especializado no tráfico internacional de mulheres para exploração sexual, exercendo rígido controle sobre as vítimas. Até o momento, foram identificadas cerca de 70 mulheres exploradas. Para ocultar e usufruir os altos ganhos ilegais, o grupo criminoso empregava diferentes mecanismos de lavagem de dinheiro, fraudes documentais e crimes financeiros.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de pessoas para fins de exploração sexual, rufianismo, lavagem de dinheiro, falsidade documental, crimes contra o sistema financeiro nacional e crimes contra a ordem tributária.

    Relação das Cidades com Mandados de Prisão (MPP) e Mandados de Busca e apreensão (MBA) no Brasil

    Santa Catarina
    Florianópolis: 7 MBA e 1 MPP
    São José: 7 MBA e 3 MPP
    Camboriú: 1 MBA e 1 MPP
    Biguaçu: 2 MBA e 1 MPP
    Palhoça: 5 MBA

    São Paulo
    São Paulo: 1 MBA
    Franca: 1 MBA
    Baruerí: 1 MBA

    Rio de Janeiro
    Rio de Janeiro: 2 MBA e 1 MPP

    Paraná
    Curitiba: 1 MBA

    Mato Grosso
    Cuiabá: 1 MBA

    Minas Gerais
    Belo Horizonte: 1 MBA

    Sobre as prisões esclarecemos que todos os 8 alvos da Operação Cassandra foram presos.

    Irlanda
    4 na capital Dublin

    Brasil Santa Catarina
    1 Camboriú, 1 Biguaçu, 1 São José e 1 Florianópolis

  • Polícia Militar cumpre mandado de prisão em Itapema

    Polícia Militar cumpre mandado de prisão em Itapema

    Na tarde desta terça-feira (2), por volta das 18h, a Polícia Militar de Itapema cumpriu um mandado de prisão durante uma barreira policial na Rua 318, bairro Meia Praia.

    Durante a fiscalização, os policiais abordaram um automóvel e, ao verificar a identidade do condutor, constataram que se tratava de um homem de 55 anos com mandado de prisão civil ativo.

    O indivíduo recebeu voz de prisão, foi informado de seus direitos constitucionais e conduzido ao Presídio de Itapema, onde permanece à disposição da Justiça.

    Além disso, a equipe policial constatou que o veículo não estava devidamente licenciado, sendo removido ao depósito municipal.

    A ação reforça o trabalho de fiscalização e prevenção da Polícia Militar em Itapema, garantindo a segurança da população e o cumprimento da legislação vigente.

  • GAECO deflagra Operação “Black Flow” contra golpe milionário na construção civil em Itapema

    GAECO deflagra Operação “Black Flow” contra golpe milionário na construção civil em Itapema

    Na manhã desta quarta-feira (03/09), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), deflagrou a Operação “Black Flow” em apoio à 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapema. Estão sendo cumpridos 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. 

    Veja aqui imagens da operação.

    As investigações apontam a ocorrência dos crimes de organização criminosa, contra a economia popular, estelionato e lavagem de dinheiro, em razão da atuação coordenada de pessoas físicas e jurídicas em um contexto empresarial deliberadamente estruturado para conferir aparência de legalidade a empreendimentos imobiliários. Conforme consta nas investigações há indícios de que em muitos casos, foram comercializados imóveis sem a observância das exigências legais mínimas, como a ausência de registro de incorporação imobiliária, também com o atraso nas obras e destinação indevida dos valores arrecadados. 

    As ordens judiciais foram expedidas pela Vara Estadual de Combate às Organizações Criminosas em Florianópolis e as ações estão dando cumprimento aos mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva, nas residências e nas sedes das empresas dos investigados, nos municípios de Porto Belo, Itapema e Joinville, em Santa Catarina e nas capitais dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.  

    O grupo econômico investigado é composto por sete empresas principais, além de possuir uma Holding com sede nos Estados Unidos. Para cada empreendimento, o grupo investigado formou uma Sociedade Limitada de Propósito Específico (SPE). Dessa forma, atualmente, há aproximadamente 43 outras empresas, cuja composição societária, na maioria das vezes, incluem as empresas investigadas. 

    Ao que consta, das 43 empresas instituídas por meio de SPE(S), apenas 16 efetivamente negociariam com seus clientes/consumidores, havendo notícia de que apenas um empreendimento foi entregue em Itapema, o qual apresentou inúmeras irregularidades estruturais, além de ausência de registro de matrícula individualizado. 

    Conforme a investigação, o esquema criminoso iniciava quando o comando do grupo, lançava um empreendimento na modalidade SPE (Sociedade de Propósito Específico), sem registro de incorporação, negociando e vendendo as unidades, recebendo os valores que entram na SPE, que seriam transferidos para a Sociedade Anônima (SA) do grupo e desta transferida para as contas pessoais dos investigados, o qual utilizam o dinheiro para benefício próprio. Além disso, em determinados momentos, os fundos de uma SPE seriam usados para subsidiar os gastos de outra SPE. 

    Analisando o caminho do dinheiro percorrido pela investigação, ficou evidenciada a pulverização e ocultação dos valores recebidos dos compradores, tendo sido utilizados para custeio de despesas de natureza pessoal, como pagamento de cartões de crédito e aquisição de veículos. Ficou clara a pulverização do dinheiro proveniente dos empreendimentos que sequer foram concluídos, tendo em vista que os saldos das contas são extremamente baixos, em relação aos montantes que ingressaram nas contas vinculadas ao grupo. 

    Importante destacar que há inúmeras conversas interceptadas entre o investigado e seus colaboradores – funcionários da empresa – onde são instruídos a realizarem as transferências bancárias, mesmo sem qualquer previsão, assim como ao pagamento ou inadimplência de contas a pagar, tributação das empresas e respaldo contábil para as ações ilícitas realizadas. 

    Além de ter realizado a venda das unidades antes da incorporação imobiliária, os investigados teriam utilizado o dinheiro da SPE para fins diversos, de interesse pessoal, e sequer teriam iniciado uma obra, prevista para entrega em quatro meses, assumindo obrigações contratuais de modo fraudulento, sem intenção de cumprir com as obrigações pactuadas.  

    A partir da análise dos extratos e lançamentos bancários, foi possível identificar expressivas transferências de recursos, inclusive entre SPE(S) que não apresentavam qualquer indício de execução material dos empreendimentos a que estariam formalmente vinculadas, como ausência de obras iniciadas. 

    De acordo com as apurações, o esquema fraudulento totalizou quase R$ 90 milhões de reais movimentados pelos investigados do grupo empresarial. Proprietários e funcionários desses grandes conglomerados estariam adotando condutas graves, prejudicando diversos compradores, corretores de imóveis e permutantes, com um número expressivo de lesados. 

    As diligências investigativas apontam a incapacidade operacional para conclusão dos empreendimentos divulgados e vendidos, com a transferência irregular de recursos entre SPE(S), incorporadoras e empresas do grupo; venda de unidades sem registro de incorporação imobiliária. Esse esquema objetivava dissimular a conduta criminosa dos investigados, configurando possível crime contra a economia popular, alienações fiduciárias sobre os mesmos bens a múltiplos credores e uso de procurações duvidosas por parte das SPE(S); inadimplemento de obrigações financeiras relevantes e indícios de gestão temerária e ausência de viabilidade econômica dos projetos. 

    “Operação Black Flow”  

    O nome da operação faz menção ao fluxo obscuro dos valores depositados pelos compradores para a construção de seus bens, e saída deste montante via SPE(S), incorporadora, empresas ligadas ao grupo empresarial com destino às contas pessoais dos investigados. 

    Na deflagração desta operação, o GAECO conta com o apoio técnico da Polícia Científica de Santa Catarina, com vistas a preservação da cadeia de custódia no tocante as evidências arrecadadas de interesse investigativo. A operação também contou com apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). 

    As investigações tramitam sob sigilo e, assim que houver a publicidade dos autos, novas informações poderão ser divulgadas. 

    O GAECO  

    O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) é uma força-tarefa conduzida pelo Ministério Público de Santa Catarina e composta pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal, Receita Estadual e Corpo de Bombeiros Militar, e tem como finalidade a identificação, prevenção e repressão às organizações criminosas. 

    Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

  • Campanha Agosto Lilás teve mais de 30 ações em Itajaí

    Campanha Agosto Lilás teve mais de 30 ações em Itajaí

    Para incentivar o enfrentamento à violência contra a mulher, proteger  e informar, anualmente a Prefeitura de Itajaí promove a campanha Agosto Lilás, de 1º a 31 de agosto. Em 2025, mais de 30 ações foram promovidas durante o mês, incluindo palestras, treinamentos, rodas de conversa e seminários voltados ao público feminino e masculino.

    Os principais temas abordados durante a campanha foram a construção de relacionamentos saudáveis, como identificar uma relação abusiva, incentivos à denúncia e feminicídio. A campanha municipal foi mobilizada e realizada com ampla participação de  órgãos governamentais e não governamentais,  por meio da Rede de Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência (RAIPSV), sob coordenação da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Itajaí.

    Na última quinta-feira (28), por exemplo, foi realizada na Biblioteca Pública a palestra “Território Seguro e Urbanismo Sensível ao Gênero”, com a assistente social Elen Cristina Soares Neves e a arquiteta urbanista Tanise Góes Maia. Ainda, na sexta-feira (29), a psicóloga da Vigilância Epidemiológica e coordenadora da RAIPSV, Thamara Del Mir, ministrou duas palestras, na Delegacia da Capitania dos Portos de Itajaí e outra para os alunos da aprendizagem industrial no Senai. 

    “A violência contra a mulher é um problema de saúde pública, de segurança, de políticas públicas e, acima de tudo, um problema social. Precisamos de uma transformação cultural e, portanto, a participação da sociedade, desde a população jovem, crianças, adolescentes, pessoas adultas, homens e mulheres, é fundamental para o combate à violência contra as mulheres”, destaca a coordenadora Thamara Del Mir. 

    Outra ação que envolveu o público jovem em Itajaí durante o Agosto Lilás foi o Concurso Mulher Segura, da Câmara de Vereadores de Itajaí. A premiação dos melhores vídeos de conscientização foi promovida na sexta-feira (29), enquanto no sábado a Biblioteca Pública Municipal recebeu o 1º Cine Debate, também sobre a temática de violência contra a mulher.

    Para saber como denunciar, procurar ajuda e o que fazer em situações de violência contra mulheres, ligue 180 (Canal de Orientações à Mulher). Encontre informações completas em através do Portal Rede de Apoio à Mulher, clicando aqui

  • As concessionárias desenvolvem, ainda, o projeto Saúde Nota 10 em parceria com as prefeituras municipais

    As concessionárias desenvolvem, ainda, o projeto Saúde Nota 10 em parceria com as prefeituras municipais

    Antes de chegar às torneiras, a água passa por um processo fundamental que começa nos pontos de captação de água bruta. Esses locais são estruturas estrategicamente instaladas em rios, represas ou mananciais para coletar a água em seu estado natural, que posteriormente será tratada e distribuída à população.

    Na Águas de Bombinhas, concessionária da Aegea de Santa Catarina, esse processo é conduzido com alto rigor técnico, garantindo que a água captada seja retirada de forma segura, sustentável e com o menor impacto possível ao meio ambiente. O ponto de captação de água fica no Rio Tijucas, no interior da cidade de Tijucas, há 27 quilômetros da Estação de Tratamento de Água de Zimbros.  

    O cuidado nessa etapa inicial é essencial não apenas para a qualidade da água potável, mas também para a preservação de ecossistemas costeiros e marinhos, já que a boa gestão dos recursos hídricos ajuda a manter o equilíbrio de rios, lagoas e zonas estuarinas que deságuam no mar.

    “Cuidar da água desde a sua origem é cuidar de todo o ciclo, do abastecimento humano à preservação da vida aquática. O ponto de captação é onde tudo começa, e o nosso compromisso é mantê-lo sustentável e seguro”, afirma a presidente da empresa, Reginalva Mureb.